Sexta-feira, 26 de Março de 2010
FESTAS DA VILA A QUANTO OBRIGAIS!

Num "post" de 11 de Março, comentando a posição da Junta de Freguesia de Caldelas sobre a instalação de uma bomba de combustíveis no centro da vila, o PCP alertou para o facto de  Constantino Veiga e a sua equipa terem perdido uma oportunidade soberana de afirmarem o que pensam e desejam, escudando-se por trás da alegada posição favorável da Câmara de Guimarães.

 

Apesar de andar metido nestas andanças autárquicas há mais de oito anos, Constantino Veiga continua a dar mostra de não saber as regras que regem os procedimentos da Câmara. Ele não sabe nem sonha que a Câmara, num procedimento considerado correcto, quando confrontada com pedidos de viabilidade distribui cópia do pedido pelas entidades que obrigatoriamente tem de consultar em razão da matéria e , além delas, por outras que embora não obrigatoriamente decidiu ouvir, caso das juntas, para saber o que pensam sobre o assunto.

 

Ao que o PCP apurou, a Câmara está na fase de recolha dos pareceres, sendo que um deles, por sinal vinculativo, não é favorável às pretensões do proponente. Em consequência, o projecto da bomba, tal como está, vai ser reprovado.

 

A Junta de Freguesia de Caldelas quis ficar de bem com o promotor, dando um parecer favorável, ainda que adornado com considerações técnicas banais que parecendo ser rigorosas e exigentes mais não são que manobra de antecipação à crítica que a sua decisão não deixaria de provocar entre os taipenses não alienados. 

 

Se, como tudo indica, a bomba for chumbada pela Câmara, é a Câmara-inimiga do Constantino/PSD que vai aparecer aos olhos dos moradores como sabendo defendê-los e não a Junta de Freguesia cuja preocupação maior neste caso foi agradar a quem a ajuda a pagar as festas.



publicado por org. pcp-taipas às 14:36
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Terça-feira, 16 de Março de 2010
MAL COM A TERRA POR AMOR AO PARTIDO

Sempre que o PCP chama a atenção da Câmara para o facto dos orçamentos conterem a rubrica "via de ligação Guimarães-Taipas" sem verba, o que significa que não será executada, o presidente e com ele o PS apresentam a mesma desculpa: a verba só será inscrita no orçamento quando o governo decidir comparticipar a obra.

 

Sabe-se que estas palavras escondem um sofisma, porque nada impede a câmara de decidir politicamente avançar com a obra sem esperar pela decisão governamental. Há pelo país muitos e diversos exemplos de autarquias que não ficam à espera e a própria câmara de Guimarães tem no seu passado casos em que se substituiu ao governo. Por exemplo, na recuperação do Palácio Vila Flor.

 

Esta posição irredutível - e quanto a nós errada - é justificada pelo elevado custo da obra, mas se outro motivo não houvesse, caía por terra face ao voto negativo do PS à proposta do PCP de considerar a obra como prioritária, social e economicamente útil e por isso passível de finaciamento da administração central, via PIDDAC.

 

Votando contra, os deputados pelo PS do distrito de Braga apenas condenaram os milhares de utilizadores daquela via a pelo menos mais um ano de sacrifícios e arrelias, o que revela a pouca consideração que os taipenses e não só lhes merecem.

 

Mas não são apenas os deputados socialistas. Os democratas-cristãos do CDS/PP e os social-democratas do PSD também não se portaram melhor. Todos, embora em graus distintos, deram mostra que para eles  os interesses do partido estão à frente dos interesses da terra.



publicado por org. pcp-taipas às 18:03
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HIPOCRISIAS

Mais uma vez PS, PSD e CDS não apoiaram a proposta do PCP para que no PIDDAC de 2010 ficasse inscrita uma verba destinada à recuperação dos Banhos Velhos.

 

Espera-se agora que os eleitos daqueles partidos nas Taipas, na Câmara e na Assembleia Municipal de Guimarães manifestem se concordam com o que os deputados fizeram na Assembleia da República ou se, como de costume, vão assobiar para o lado.

 

Os partidos, como as árvores, distinguem-se pelo que fazem.



publicado por org. pcp-taipas às 11:02
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Segunda-feira, 15 de Março de 2010
É PRECISO MEXER NO TRÂNSITO E NO ESTACIONAMENTO

À boleia das obras em curso na velha variante, vai por aí enorme algazarra que deixando de lado o essencial se concentra em pormenores perfeitamente desprezíveis (com o devido respeito aos autores) e até em questões que nada têm a ver com o assunto.

 

Não questionando por ora a solução técnica para o trânsito automóvel, afinal a razão profunda da intervenção camarária, e também sem entrar na apreciação da proposta estética e paisagística, porque inacabada, quero desde já manifestar desejo que resulte, disciplinando o trânsito de veículos, organizando e calibrando a entrada de viaturas no interior da Vila, dificultando o trânsito de passagem e o acesso a veículos pesados e de grande dimensão.

 

Como esta ordenado, o trânsito normal tende a usar o interior como ponto de passagem, porque ganha tempo, quando o correcto seria a proibição ou no mínimo a penalização desincentivadora.

 

Quem chegue à Vila vindo de Guimarães e queira seguir para a Póvoa de Lanhoso ganha tempo se em vez de a contornar continuar pela Rua de Santo António e tomar a Rua Nossa Senhora de Fátima.

 

De igual modo, quem vindo da Póvoa de Lanhoso rumar no sentido de Guimarães perde mais tempo circulando pela variante do que inflectindo e entrando pela Lameira e dirigir-se ao centro.

 

Na prática, isto resulta no acumular de viaturas, algumas de grandes dimensões, que além dos engarrafamentos que causam, perturbam as actividades e infernizam a vida das pessoas.

 

As Taipas dispõem hoje de alternativas. Impõe-se regulamentar a indisciplina e sancionar os infractores. Mas organizar e disciplinar implicam restrições de que não gostam os que beneficiam da anarquia.



publicado por org. pcp-taipas às 17:03
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Quinta-feira, 11 de Março de 2010
URBANISMO E SEGURANÇA OU PATROCÍNIO

A implantação de um equipamento, seja ele público ou seja ele privado, implica ou deve implicar análise cuidadosa dos efeitos que vai potencialmente provocar. Impacto urbanístico; impacto ambiental; impacto no trânsito e estacionamento. E, nalguns casos, impacto na segurança e tranquilidade públicas.

 

Confrontada com o pedido de viabilidade de construção de uma área de vendas de combustíveis e da ampliação da superfície comercial que lhe está associada, a Câmara terá feito uma apreciação sumária, ao mesmo tempo que procurou colher parecer de algumas entidades, entre as quais a Junta de Freguesia de Caldelas. Se assim procedeu, fez o que lhe compete fazer, reservando a decisão final para depois de ouvir as várias e diferentes opiniões, a maioria das quais não vinculativas.

 

Ao decidir como decidiu, isto é ao aprovar, mesmo com reservas, a viabilidade de construção, a Junta de Freguesia de Caldelas manifestou a sua vontade. Disse sim quando também podia ter dito não com a mesma legitimidade.

 

O que já não se compreende são os argumentos expendidos. Argumentar que a Câmara já havia aprovado, querendo com isso dizer que a sua opinião não valia nada, é justificação esfarrapada, porque mesmo que isso fosse verdade podia e devia dizer o que pensa, mesmo ou sobretudo quando o que a Junta pensa é diferente do que a Câmara pensa para as Taipas. Se assim procedesse, ficávamos todos a saber que a Junta tem um projecto urbanístico para a Vila e qual ele era. Como preferiu ficar de bem com o promotor, mas temente do desagrado das pessoas, sobretudo das que vão ter de viver com uma bomba, a Junta de Freguesia aprovou um são, ou seja um sim que é um não.

 

Já se sabia que a Junta de Freguesia de Caldelas não tem ideia do que quer para a Vila, tirando os lugares comuns do centro e do parque. Já se sabia que nada mais tendo para apresentar aos cidadãos do que o programa de Festas e uns arranjos de passeios, a Junta se entretinha na busca de soluções fantasiosas, como a residencial sénior, a marina para gaivotas.

 

Agora ficamos todos a saber que além de não ter projecto para a Vila, a Junta avalia os projectos que lhe são apresentados por critérios comerciais e especulativos, sacrificando o interesse urbanístico e a segurança das pessoas por patrocínio às Festas. É de lamentar.



publicado por org. pcp-taipas às 09:34
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